Frases de mulheres para homens ardidos




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Cada um seguiu o seu destino, sem se cruzar, sem mistura, Embora, o mesmo juiz de paz ter efetuado a legal lavratura.
E morre, ó alma desgraçada, eu ousei retornar do nada, ousei retornar ainda.
Hoje, vivem felizes, com filhos, produto duma procuro homem df 2014 fértil semeadura Numa paixão que, mesmo com a crise econômica, ainda perdura.
Olhos-sóis tem-no o Deus que cego a sós, tem-no o horizonte a pôr-se como colírio em dordolhos, tem-no quem me olha nos olhos como se cego eu já fosse!Ó envelhecer do meu estar!Maldita a vida me seja, três vezes maldita seja a vida que me desastra e que por ser-me finita, três vezes seja maldita e amaldiçoada madrasta.Melhorou o visual, que a gente, a si mesmo, augura: Cabelo e barba aparados, dois banhos diários, total limpadura; Entrou numa academia de ginástica para fazer musculatura Com a intenção de ganhar peso, conforme, por aí, se assegura E ficar com o tórax como.E sumo a sós.O salário, parco, da Prefeitura, Dum trabalho que exercia com sinecura, Na base de quem não se apura, Obviamente, redundava numa apertura.Por que o vemeversoverbo da herbívora erva que eu erbo no meu plantio masculino, inverte o chão do seu galho arrancado do assoalho repicando como um sino?No entanto, se dessa vida desregrada não abjura; Se continuar nessa farra, para você uma gostosura; Não se livrar do vício, dessa imbecil escravatura, O teu amanhã nem eu nem ninguém te assegura, Pois você, bem sabe, está cavando a própria sepultura.Não confundir com àquela do tempo da ditadura, Quando até se usou a indefectível tortura, Nos governos da chamada linha dura, Bem antes do que se convencionou chamar Abertura.



Nada é, pois tudo se sonha.
Duma lividez, duma transparente brancura, num monte de ossatura.
E ela, um companheiro, muito sério, trabalhador, uma polidura, Um estudioso aplicado, um autodidata em matéria de cultura.
Senhor do teu sofrimento, vai-te com o diabo e o vento, vai-te com a noite e o monte.
E contemplo a arraia, e raia dela, como de uma praia, a noite toda.Só me lembro das andorinhas, que hoje são luas-vinhas que iam e vinham às seis, só me lembro das sequazes na imprecisão de alguns quases, na distância de vocês!E do Cavaleiro da Triste Figura Àquele que, até com moinhos, mostrou bravura.Pouco antes, já vinha sentindo, no estômago, uma queimadura, Somado a um mal-estar, a uma teimosa tontura, Que o deixava, por um momento, com a vista obscura E com a possibilidade de cair e sofrer uma fratura.Assumo o dia original.Róseas ruas da memória, róseas ruas hoje escória que a soçobrar mais me sobe, afundai-me na lembrança hoje cravos da criança que meu cadáver descobre.Dez anos de coito cego são as metáforas que lego à solitária da escrita, aonde não chega ninguém exceto o vazio que vem de uma montanha infinita.Não tendo como vestidura, a respectiva armadura.



Ela só foi aqui lembrada por sua beleza, sua candura.
Chegou até a pensar em Engenharia ou Arquitetura, Sem descartar Agronomia, dado a discorrer sobre agricultura.
Receitas, infalíveis, de fazer estrago em qualquer criatura.


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